European Big Oils and E&Ps: Refino e trading de gás impulsionam alta de 3Q26 e maiores retornos aos acionistas nas petrolíferas europeias
O Goldman Sachs espera que a força das margens de refino e dos mercados de gás e energia eleve os lucros das grandes petrolíferas europeias, deixando suas estimativas de EPS para 2026/27 12%/26% acima do consenso da LSEG. O relatório também destaca recompras maiores, menor alavancagem e potencial de alta diferenciado para empresas expostas a refino e gás.
Resumo
O Goldman Sachs espera que a força das margens de refino e dos mercados de gás e energia eleve os lucros das grandes petrolíferas europeias, deixando suas estimativas de EPS para 2026/27 12%/26% acima do consenso da LSEG. O relatório também destaca recompras maiores, menor alavancagem e potencial de alta diferenciado para empresas expostas a refino e gás.
- O barômetro de EU Big Oils sobe 74% no trimestre e 279% no ano, liderado pelo refino.
- O lucro agregado de EU Big Oil deve aumentar cerca de $7.6bn, ou 13% no trimestre.
- As estimativas do Goldman Sachs para 2026/27 superam o consenso da LSEG em 12%/26%.
- ENI e Repsol oferecem os maiores retornos aos acionistas em 2026, de 11.5% e 10.6%, respectivamente.
- A BP deve reduzir materialmente sua alavancagem e retomar recompras a partir de 2H27.
- Var Energi e Harbour Energy são apontadas como opções alavancadas para a alta do gás europeu no inverno.
Interpretação do relatório
Visão geral
Esta prévia de 3Q26 para petróleo europeu argumenta que a força do refino e do trading de gás deve gerar lucros acima do consenso, sustentar maiores distribuições aos acionistas e acelerar a reparação dos balanços. O Goldman Sachs diferencia as empresas por sensibilidade ao refino, exposição ao gás, crescimento de produção por projetos, potencial de fluxo de caixa e exposição a uma interrupção no Estreito de Ormuz.
Visões principais
O Goldman Sachs espera lucros recordes em 3Q26 para sua cobertura de petróleo europeu, com refino e trading de petróleo/LNG compensando um cenário mais fraco para preços spot de petróleo e petroquímicos. Seu barômetro de commodities para EU Big Oils sobe 74% no trimestre e 279% no ano, com resultados de refino 35% maiores no trimestre. As margens de refino aumentaram 74% no trimestre e 279% no ano, apoiadas por mercados de produtos mais apertados e cracks mais fortes. Os preços de gás de referência subiram 26% no trimestre e 69% no ano, enquanto energia e carbono avançaram 43% e 40%. Em contraste, o petróleo spot caiu 8% no trimestre, os preços petroquímicos recuaram 18% no trimestre e 5% no ano, e a volatilidade das commodities caiu 11% no trimestre, embora permanecesse 71% acima de 3Q25. A instituição estima que o ambiente de commodities elevará o lucro agregado de EU Big Oil em cerca de $7.6bn, ou 13% no trimestre. O lucro downstream deve aumentar cerca de $5.8bn, ou 35%, liderado por uma contribuição de $6.8bn das margens de refino, parcialmente compensada por $0.6bn de preços petroquímicos mais fracos e menores benefícios ligados ao petróleo. O lucro de Gás e Energia Integrados sobe cerca de $1.6bn, ou 17%, com maiores preços realizados de petróleo defasados e preços dos hubs de gás, parcialmente compensados por spreads de tempo mais fracos. O lucro de E&P fica praticamente estável, pois o impacto de $2.7bn de preços spot de petróleo menores é compensado por $1.7bn de preços de gás mais fortes e $1.1bn de preços realizados de petróleo defasados. A Repsol é a maior beneficiária, com lucro esperado de 67% no trimestre e 308% no ano; a TotalEnergies segue com 63% e 147%, enquanto a BP sobe 23% e 138% devido à sua alavancagem a gás, LNG e refino. Após a reescalada no Oriente Médio e o alinhamento à curva a termo, o Goldman Sachs atualizou suas premissas de commodities. Agora projeta Brent a $92/$86 per barrel para 2026/27, ante $91/$82, e TTF a $18.9/$19.0 per mcf, ante $19.1/$18.7. As estimativas de EPS para 3Q26 sobem 1% em média e ficam 16% acima do consenso LSEG. As estimativas de EPS para FY2026/27 sobem 1%/6% em média e ficam 12%/26% acima do consenso. Embora o lucro líquido ajustado de EU Big Oils em 3Q26 deva cair 5% frente a 2Q26, a composição de lucros passa a favorecer negócios downstream e ligados ao gás. A segunda conclusão central é que as maiores premissas de commodities e o fluxo de caixa devem se converter em maior retorno aos acionistas. O Goldman Sachs estima rendimentos médios de dividendos de EU Big Oils de 4.3%/4.6% em 2026/27 e rendimentos de recompras de 3.6%/4.1%, totalizando retornos de caixa de 7.9%/8.7%. ENI e Repsol oferecem os maiores retornos em 2026, de 11.5% e 10.6%, contra média setorial de aproximadamente 8.0%. Para 2027, Repsol e ENI devem oferecer 11.4% e 9.8%, e TotalEnergies e Shell, 9.0% e 8.8%, ante média do setor de 8.7%. O relatório prevê diversas medidas de retorno de capital. A TotalEnergies elevaria as recompras de 3Q26 de $1.5bn para $2.5bn, e a premissa anual de recompras para $7bn/$8bn em 2026/27, de $6bn anteriormente. Repsol e ENI devem aumentar recompras em torno dos resultados de 3Q26; o Goldman Sachs projeta €2bn para a Repsol em 2026 e 2027, ante €1.8bn, e mantém a recompra de €4bn da ENI em 2026. A Shell anunciou recompra de $4.2bn em 3Q26, composta por $3.0bn do programa regular e $1.2bn transferidos de uma recompra de 1Q26 suspensa. A recompra de $3bn FY2026 da Equinor e sua estrutura por faixa de $2-4bn a partir de 2027 já haviam sido anunciadas; a Galp mantém recompra de €250 million em 2026 e elevou o dividendo por ação em 10% para €0.70. A reparação do balanço é especialmente relevante para a tese da BP. Sua dívida líquida mais híbridos sobre capital empregado foi 35.4% em 2025, cerca de 12 pontos percentuais acima da média de EU Big Oils. O Goldman Sachs espera queda para 21% em 2026 e cerca de 8% em 2027, em linha geral com a média setorial de 2027. A média do setor subiu para 22.6% em 2025 e deve cair para 15%/8% em 2026/27. Com isso, a BP alcançaria sua meta de desalavancagem e retomaria recompras a partir de 2H27, com $2bn modelados para 2027. A Repsol também se destaca, devendo chegar a posição de caixa líquida no fim de 2027, com dívida líquida mais híbridos/capital empregado em -2%. O relatório acrescenta análise de crescimento de médio prazo com base no banco de dados Top Projects. A Galp lideraria o crescimento de produção europeu até 2027, com 17% de crescimento de produção líquida atribuível desde o fim de 2025, impulsionada por Bacalhau; Venus e Mopane poderiam levar o crescimento total a 48% até 2033. A Repsol apresentaria o maior aumento até 2030, de 27%, apoiada por Pikka, León-Castille, Venezuela, Perla e Raia. A TotalEnergies cresceria 18% até 2030 por meio de projetos diversificados e relativamente desrisco, incluindo Tilenga/Kingfisher e GranMorgu. ENI, OMV, BP e Equinor cresceriam 13%, 23%, 10% e 7%, respectivamente, com diferentes combinações de LNG, gás e petróleo. A Repsol lideraria o aumento de fluxo de caixa operacional de Top Projects em cinco anos, com 24% até 2030, enquanto a Shell também teria forte perfil de crescimento de caixa por ramp-ups de projetos offshore de petróleo e LNG. Em longevidade de recursos, o Goldman Sachs combina divulgações de reservas FAS 69 com seu modelo prospectivo Top Projects. TotalEnergies e ENI lideram os pares europeus em vida de reservas provadas; Galp e Repsol devem mostrar reposição de reservas destacada, e a Shell pode melhorar substancialmente de uma base baixa. A ENI adicionou 1.2 anos de vida de reservas em 2025, para 10.5 anos, juntando-se à ExxonMobil, com 10.9 anos, e à TotalEnergies, com 10.8 anos, entre as mais bem posicionadas. Isso contrasta com queda de 0.6 anos para a indústria. FIDs potenciais de Venus, LNG Canada Phase 2, Rovuma e Papua LNG poderiam ajudar Galp, Shell e ExxonMobil a reduzir a diferença. Por fim, o relatório avalia a sensibilidade geopolítica e a preços de gás. Var Energi e Harbour Energy são as opções preferidas para capturar alta de TTF no inverno, pois 35%/40% de sua produção está exposta a TTF, respectivamente, ou cerca de 25% de exposição pura após hedges. A equipe de commodities do Goldman Sachs vê TTF de dezembro de 2026 acima de €100/MWh em cenário de ausência de oferta de LNG do Golfo Pérsico. Em uma interrupção do Estreito de Ormuz, TotalEnergies e Exxon apresentam a maior exposição de produção upstream. A OMV parece ser a mais exposta entre as grandes petrolíferas europeias no nível de EBIT, por sua exposição em EAU, Iraque, refino ADNOC e Borouge. A Shell tem exposição ligada ao Catar, enquanto Equinor, Galp e Repsol não têm exposição upstream relevante no Catar, EAU ou Iraque.
Estrutura de análise
O Goldman Sachs primeiro atualiza as premissas de preços de petróleo e gás e compara as estimativas revisadas de lucros com o consenso da LSEG. Em seguida, usa um barômetro de preços de commodities para traduzir mudanças em petróleo, hubs de gás, cracks de refino, preços de produtos, volatilidade, câmbio e spreads de tempo em lucros por segmento. A análise relaciona esses resultados a recompras, dividendos e alavancagem, e diferencia empresas por sensibilidade a refino e gás, crescimento de produção e caixa por projetos, vida de reservas, métodos de valuation e exposição ao Estreito de Ormuz.
Notas metodológicas
Barômetro de lucros por segmento movido por commodities
O relatório usa mudanças em petróleo, preços de gás, cracks de refino, preços de produtos e volatilidade para estimar como o ambiente de commodities afeta os lucros de upstream, gás integrado, refino e químicos.
Modelo linear de fatores de commodities em dez anos
Para cada segmento, a instituição calibra uma combinação linear de indicadores de commodities e de mercado em um horizonte de dez anos, tratando desvios das médias desse período como sinais positivos ou negativos para lucros.
Valuation por soma das partes para a Galp
O Goldman Sachs avalia a Galp considerando separadamente seus negócios e base de ativos, em vez de aplicar um único múltiplo de lucros ao grupo.
Mapeamento e comparação de ativos
Mapeamento estruturado da tese para ativos nomeados (pontos fortes, pontos fracos, pares e riscos).
- BPDeve ser a maior beneficiária de preços de commodities mais altos, força de trading e desalavancagem.
- Pontos fortes
- Exposição integrada aos EUA, organização de trading, águas profundas, gás integrado e conveniência.
- Pontos fracos
- A alavancagem de 2025 estava materialmente acima dos pares de EU Big Oil.
- Comparação
- Deve fechar a lacuna de balanço frente aos pares até 2027.
- Riscos
- Preços menores de petróleo e gás, exploração mais fraca e surpresas negativas de crescimento ou capex.
- ENIEmpresa de alto retorno esperado ao acionista, apoiada por projetos e Global Gas & LNG.
- Pontos fortes
- Sucesso exploratório, desinvestimentos, carteira de projetos e execução de Global Gas & LNG.
- Pontos fracos
- A execução depende de ramp-ups de projetos e reestruturação downstream.
- Comparação
- Oferece o maior retorno estimado ao acionista em 2026, de 11.5%.
- Riscos
- Preços menores de petróleo ou margens de refino, problemas de ramp-up em Kashagan e falha na reestruturação downstream.
- RepsolMaior beneficiária esperada do ambiente de refino de 3Q26 e líder em crescimento por projetos.
- Pontos fortes
- Maior exposição ao refino, disciplina de capital, desinvestimentos e criação de valor de baixo carbono.
- Pontos fracos
- Os lucros são sensíveis às margens de refino.
- Comparação
- Lucros estimados sobem 67% QoQ e 308% YoY; o retorno ao acionista de 2026 é estimado em 10.6%.
- Riscos
- Preços menores de petróleo ou margens de refino, e surpresas negativas em crescimento, capex ou distribuições aos acionistas.
- GalpLíder em crescimento de produção, vida de recursos e opcionalidade movida por projetos.
- Pontos fortes
- Crescimento por Bacalhau, opcionalidade exploratória na Namíbia, fortalecimento do balanço e retornos de baixo carbono.
- Pontos fracos
- O crescimento de grandes projetos exige execução futura.
- Comparação
- Deve liderar o crescimento de produção até 2027 com 17%, com potencial de 48% até 2033.
- Riscos
- Preços menores de petróleo, sucesso exploratório inferior ao esperado ou surpresas negativas de crescimento e capex.
- ShellForte perfil de crescimento de caixa e retorno de capital apoiado por LNG, marketing e projetos upstream.
- Pontos fortes
- Negócios líderes globais de LNG e marketing, disciplina de capital e redução de custos.
- Pontos fracos
- Menor potencial de refino levou à redução do múltiplo de valuation para 5.5x EV/DACF, de 5.7x.
- Comparação
- Retorno ao acionista de 2027 esperado em 8.8%; recompras de $16bn modeladas para 2027.
- Riscos
- Preços menores de petróleo e margens de refino, ou surpresas negativas de crescimento e capex.
- TotalEnergiesBeneficiária diversificada de LNG, energia e refino, com crescimento relevante por projetos.
- Pontos fortes
- Portfólio diversificado e crescimento de petróleo por projetos relativamente desrisco.
- Pontos fracos
- O relatório mantém classificação Neutral.
- Comparação
- Lucros estimados sobem 63% QoQ e 147% YoY; o crescimento de produção previsto é 18% até 2030.
- Riscos
- Mudanças em preços de petróleo e margens de refino, problemas de ramp-up e aceleração do desenvolvimento de projetos.
- Var EnergiExposição alavancada à alta do gás europeu no inverno.
- Pontos fortes
- Alta exposição não hedgeada ao gás europeu, sucesso exploratório e impulso de FID.
- Pontos fracos
- O fluxo de caixa é sensível a preços de petróleo e gás.
- Comparação
- Com Harbour Energy, oferece os maiores retornos de caixa entre EU E&Ps em 2026E.
- Riscos
- Preços menores de petróleo e gás, exploração mais fraca, surpresas de crescimento ou capex e piora na política de remuneração aos acionistas.
- Harbour EnergyAposta alavancada à alta de TTF e a retornos de caixa enquanto desalavanca.
- Pontos fortes
- Alta sensibilidade ao preço de gás da UE, recompra anunciada de $250 million e valuation baixo de 2.4x EV/DACF.
- Pontos fracos
- Depende dos preços de gás e de desalavancagem bem-sucedida.
- Comparação
- Cerca de 40% da produção está exposta ao TTF antes dos hedges.
- Riscos
- Preços menores de petróleo e gás, exploração mais fraca, surpresas negativas de crescimento e riscos de identidade de refino.
- EquinorEmpresa coberta com classificação Sell apesar das maiores premissas de preços de commodities.
- Pontos fortes
- Oportunidades brownfield e tie-back, e projetos de crescimento Bacalhau e Raia.
- Pontos fracos
- Declínio de Johan Sverdrup e menor visibilidade além de 2028 até novos FIDs.
- Comparação
- Crescimento de produção esperado de 7% até 2030.
- Riscos
- Preços de petróleo e gás, eficiência de custos e produção melhores que o esperado.
- OMVEmpresa coberta com alta exposição ao Estreito de Ormuz no nível de EBIT.
- Pontos fortes
- Neptun Deep apoia crescimento de produção voltado ao gás.
- Pontos fracos
- Exposição via EAU, Iraque, refino ADNOC e Borouge.
- Comparação
- Crescimento de produção esperado de 23% até 2030.
- Riscos
- Preços maiores de petróleo, margens de refino ou sucesso exploratório, melhor eficiência de custos ou realização de valor com vendas e trocas de ativos.
Dados principais
- Barômetro de EU Big Oils+74% QoQ / +279% YoYIndicador de lucros de 3Q26 movido por commodities, apoiado por maior resultado de refino.
- Lucro agregado de EU Big Oil+$7.6bn / +13% QoQImpulsionado principalmente por downstream e Gás e Energia Integrados.
- Margens de refino+74% QoQ / +279% YoYReflete mercados de produtos mais apertados e cracks mais fortes.
- EPS de 2026/27 versus consenso LSEG+12% / +26%Estimativas do Goldman Sachs para EU Big Oils e E&Ps.
- Premissas de Brent$92/$86 per barrel for 2026/27Elevadas de $91/$82 per barrel.
- Premissas de TTF$18.9/$19.0 per mcf for 2026/27Versus premissas anteriores de $19.1/$18.7.
- Retorno total ao acionista de EU Big Oils7.9% / 8.7% for 2026/27ERendimento médio de dividendos mais recompras nas estimativas do Goldman Sachs.
- Alavancagem da BP35.4% in 2025; 21%/8% in 2026/27EDívida líquida mais híbridos como percentual do capital empregado.
Impacto e implicações
O relatório argumenta que a composição de commodities de 3Q26 favorece negócios de refino e trading de gás mais do que upstream e químicos, criando alta de lucros frente ao consenso. O maior fluxo de caixa deve sustentar recompras e dividendos e acelerar a desalavancagem, sobretudo para a BP. A Repsol se destaca por sua alavancagem ao refino e crescimento por projetos, enquanto Var Energi e Harbour Energy oferecem a maior alavancagem a um cenário de alta do gás europeu no inverno.
Riscos
- Preços de petróleo, gás ou margens de refino abaixo das premissas do Goldman Sachs poderiam reduzir lucros, retornos de caixa e suporte aos preços-alvo de várias empresas cobertas.
- Atrasos de projetos, resultados exploratórios mais fracos, inflação de custos, estouros de capex ou ramp-ups mais lentos poderiam enfraquecer o crescimento de produção e de fluxo de caixa.
- Uma interrupção no Estreito de Ormuz poderia afetar empresas com exposição ao Catar, EAU, Iraque, refino ou petroquímica; OMV e TotalEnergies estão particularmente expostas no nível de lucro operacional.
- Para E&Ps alavancadas ao gás, preços europeus de gás menores ou mais hedges que o esperado reduziriam o cenário de alta.
Pontos a observar
- Resultados de 3Q26 de margens de refino, desempenho de trading de gás e energia e anúncios de recompra da administração.
- Se a desalavancagem da BP progride o suficiente para sustentar a retomada de recompras a partir de 2H27.
- A atualização de alocação de capital e ativos emblemáticos da TotalEnergies em seu CMD, incluindo Uganda, Suriname, Namíbia, Papua e Moçambique.
- Preços de TTF no inverno e disponibilidade de oferta de LNG do Golfo Pérsico.
- Progresso de FID para Venus, Mopane, LNG Canada Phase 2, Rovuma, Papua LNG e outros Top Projects.